Calor, muito calor

Postado por em 08 abr 2008 | Brasil Wild Extreme 2008

22h50

Uma perdida na noite e o calor por volta de 42 graus judiaram da Guaranis, no segundo dia de prova. O suor incessante causou bolhas nos pés dos atletas, que também estão queimados pelo Sol, mesmo usando constantemente o protetor solar. “A prova não está difícil, mas o calor está matando”, desabafou o capitão da Guaranis.

Bolhas nas mãos causadas pela primeira perna de remo começam a sarar. Mas o atleta Fidel se sentiu mal durante todo o dia por conta do calor, fazendo com que a equipe tivesse que reduzir o ritmo.

Eles chegaram às 20h30 no PC2 exaustos e famintos, encontrando pela primeira vez a caixa de reabastecimento.

Depois de um lanche caprichado em um bar de Olhos Dágua do Casado (AL), os atletas seguem para uma bike de mais de 90 km. O percurso, que seria de 77 km, foi ampliado devido aos altos índices de chuva das últimas semanas, que elevou o nível do rio por onde passariam as equipes, fazendo com que a organização transferisse a passagem por um trecho mais longo. No caminho, a Guaranis deve parar para dormir pela primeira vez no Brasil Wild Extreme. O corte acontece no PC9, às 23h30 do dia 9/04.

Durante o último trekking, a Guaranis passou pela equipe Pé de Cobra. Os atletas passam bem, apesar do cansaço.

Na dianteira, a equipe Selva passou pelo PC7 às 20h41, depois de dormir bem e ainda pegar os PCs optativos 5 e 6.

A Quasar Lontra, esteve no PC7 às 19h45, muito animada e disposta a buscar o primeiro lugar.

Ainda sem noticias da Apoena. sad

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